terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Eu odeio todo mundo





eu... odeio todo mundo,
tarará tarará lálálá,
vão todos se ferrar,
eu ando cada vez menos seguro
de que posso ser paciente,
vendo tanta burra gente querendo outrem ferrar...

com tudo o que pude um dia acreditar,
com tudo o que dizem, se espelhar,
dinheiro é nova lei, por escrito,
prensado valor, a te comercializar,
como produto de armação,
predatória inteligente que te escravizar
tentam tempos tantos, terríveis traiçoeiros
em mando de terceiros,
sem se importar...
se um dia o mesmo farão com vós,
que no fundo, no fundo, se sentiram identificados,
lendo a declaração de alguém, vítima e algoz,
neste mundo, do abete prisioneiros, rechaçados:

eu odeio todo mundo,
lálálá, hey!
eu odeio todas as pessoas,
lálálálálá, hey!
o ser humano é uma grande porcaria,
que por muito compraria
a si mesmo, por não saber vender.
hey!

então, eis o que eu digo;
eu odeio todo mundo,
eu quero chutar,
o traseiro, imundo,
gordo e prostrado
a ferro marcado
que discorda
em ter sido,
uma vez ao menos, um palhaço,
digno de um versinho assim:...

eu odeio todo mundo,
isso é tão divertido,
que no fundo, assumo o ódio,
descontraído inibido,
pois não quero mais gastar,
saliva em meu luso latim vulgar,
pra dizer...
eu odeio todo mundo...
vão todos se ferrar,
ser humano é sem remédio,
que não seja esculachar.




























E nada melhor pra figurar essa minha postagens tão subjetiva do que um lindo retrato meu, garotas, já podem molhar suas calcinhas agora. 

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